sexta-feira, 25 de julho de 2008

DESCULPAS!!!

Ufa!
Esses dias têm sido corridos.
Está um pouco difícil parar um pouco para fazer outra postagem. Avolumaram-se muitas tarefas esses últimos dias.
Na semana passada recebi as novas revistas do nosso DEBQ. Separei-as, entreguei as dos professores e estou examinando o conteúdo.
Na sexta-feira (18/07/08) nossa igreja realizou a Vigília pela Paz. Com a presença do presidente do Conselho Estadual de Diretores do Pernambuco, Pastor Valdir, juntamente com todas as igrejas do Grande Recife.
No sábado (19/07/08), saindo da vigília, precisei comparecer a Paraíba. Compartilhei a mensagem da Palavra de Deus pela manhã e à tarde no Congresso Estadual de Jovens da nossa igreja naquele estado. Fomos (eu e os brothers que foram comigo) muito bem recebidos pelo Rev. Joãozinho, Supervisor da IEQ no estado da Paraíba, pelo Pr. Denis, Coordenador Estadual de Jovens, e por todos os irmãos que ali estavam.
Fora esses compromissos, ainda as tarefas do trabalho e pessoais também exigiram tempo...
Peço desculpas aos irmãos e amigos que visitam nosso BLOG por não ter postado nesses últimos dias.
Breve postarei um texto que possa edificar nossas vidas em Cristo Jesus.
Que Deus nos abençoes!

Celson Coêlho
Diretor DEBQ-PE
Editor do Blog

sábado, 12 de julho de 2008

MILHO DE PIPOCA*

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser quem devem ser.
O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.
O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer. Pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa. Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa, só que elas não percebem; acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos.
Dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão – sofrimentos cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui e, com isso, a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, ficando lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar a transformação que está sendo preparada, não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação: PUM! – e ela aparece como outra coisa completamente diferente, que ela mesma nunca havia imaginado. Bom mas ainda temos o piruá, que é o milho que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que seu jeito de ser. A sua presunção e o medo são a dura casca de milho que não estoura.
O destino delas é triste, ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás, que não servem para nada.
Seu destino é o lixo...

* Autor: Rubem Alves
(Extraído, com permissão da editora, da Revista Educador, nº 48, 1T2005, da JUERP )

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Você Sabia...


... QUE NO EGITO a carteira de identidade de uma pessoa é considerada seu passaporte para a cidadania?

Sem a identidade não se pode exercer o mais básico direito de cidadão no Egito. Nesse país o documento é necessário para alugar imóveis, conseguir emprego, ingressar na escola, votar, viajar para o exterior e obter serviços do governo.

Nesses documentos, além do nome, filiação e nascimento, também constam endereço legal e confissão religiosa. Com relação a essa última, as únicas possíveis são Islamismo, Cristianismo e Judaísmo.

Muitos que se convertem ao cristianismo encontram duras resistências para terem suas identidades modificadas. Em algumas situações recebem a seguinte frase na nova carteira: "cristão, que previamente proclamou o Islamismo como religião." Tal modificação, as vezes, só é possível na Justiça daquele país.

O Egito é considerado pela Missão Portas Abertas, agência missionário que avalia a liberdade religiosa nos países, como uma das 20 nações que mais impõem restrições.


(fonte: Revista Cristianismo Hoje, Edição 4, ano I)