quinta-feira, 28 de agosto de 2008

EM BUSCA DE UM MILAGRE...


“Igreja tem de devolver R$ 60 mil a incapaz”

Esse foi o título da reportagem no jornal Diário de Pernambuco, um dos maiores em circulação em Pernambuco.

A situação diz respeito a uma igreja evangélica de grande porte no país e uma família com um portador de deficiência mental que residem em Belo Horizonte.
Segundo o jornal, a família da “vítima” requereu na justiça a indenização pelos problemas causados.

A 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais decidiu que a igreja deveria pagar R$ 5 mil por danos e devolver todas as doações feitas desde 1996 que podem totalizar R$ 60 mil.
O Porteiro de 44 anos, que fazia tratamento psiquiátrico desde 1999, “foi convencido a abandonar os remédios e recebia uma pequena pedra branca para guardar em frascos, diante das promessa (sic) de que seria curado por Jesus”.

Conforme relatado pela mãe do porteiro, a situação do filho só veio a piorar depois que ele largou o tratamento.

(fonte: jornal Diário de Pernambuco, 23 de agosto de 2008)

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

“O ZELO DO TOLO O MATA” (Jó 5.2) Considerações bíblicas sobre o zelo cristão - Parte 1

(Parte 1)
Quando adentramos na vida cristã, parece que uma das poucas coisas que realmente sabemos é que teremos que ser pessoas diferentes. Muitas vezes não sabemos que diferença é essa que deveremos ter em nossa vida a partir da conversão. Outro sentimento que acompanha essa “quase” certeza é a consciência de críticas por parte daqueles que não compartilham de nossa decisão.
Essa vida diferente do cristão alguns chamam de fanatismo, outros de santidade. Alguns dizem que é coisa de iniciante, o neófito. Poderemos ser apelidados de santarrões. A verdade é que o chamado para seguir a Cristo requer mudanças. Mudanças que, para mim, vem do interior e se revela em nosso exterior.
A nossa vontade de seguir a Cristo pode nos colocar em dois extremos. O primeiro é o estado de apatia. Indiferença diante da necessidade de mudanças. Pessoas a expressam pelo jargão: “Deus só quer meu coração”. O outro extremo é o do fanatismo. Aqui desrespeitamos as pessoas e suas diferenças.
Devemos estar atentos ao alerta: “o caminho da santidade é parecido com caminho do farisaísmo.”

Por que falar do zelo cristão?
A Bíblia nos fala da sublimidade do primeiro amor. Parece ser mais vívido, mais real, mais sincero. Esta sinceridade, sem o balizamento dos princípios bíblicos, tem conduzido algumas pessoas a ações extremas. Crentes que, em nome do zelo cristão, exercem o jejum (abstinência de alimentos) por períodos tão longos que debilitam seus corpos, deixando seus familiares e amigos preocupados e acarretando consequências maléficas a sua saúde.
O que dizer de seguidores de Cristo que entram em surto por “buscarem” a Deus de forma tão extrema? Cristãos que só vêem falhas em sua volta e em seus líderes, pois não são tão consagrados como eles.
Será que é esse tipo de zelo que a Bíblia nos ensina?
Proponho olhar o que a Bíblia nos ensina sobre o cuidado com atitudes extremas em nome do zelo cristão.

I - A Palavra Zelo na Bíblia

A palavra zelo ocorre na Bíblia cerca de 38 vezes (Versão Almeida Revista e Corrigida), sendo 25 vezes no Antigo Testamento (AT) e 13 no Novo Testamento (NT). O adjetivo zeloso (e derivados) aparece 12 vezes no AT e 8 vezes no NT (não foi analisada a ocorrência do verbo). Algumas observações são necessárias quando olhamos essas passagens. Em relação ao AT, a maior parte das vezes o termo é usado com relação a Deus. Ele se mostra como “Deus zeloso” (Dt 5.9). Nessa ênfase revelada no texto do AT, temos o zelo como uma virtude; se é algo inerente ao nosso Deus, logo, deve ser desejado por nós.
Ainda no AT, existem três ocorrências que devemos analisá-las. Fazem referência ao zelo no âmbito humano. Uma delas é o título desse texto (Jó 5.2), que nos ecoa como alerta. As outras passagens são relativas ao profeta Elias. Depois de ter realizado grandes feitos em nome do Senhor (ver 1Rs 18), ele temeu os riscos desses feitos. As passagens em que o profeta arroga para si a qualidade de zeloso são 1Rs 19.10 e 14. No contexto desses versículos vemos atitudes do profeta que nos revela a que ponto chegou seu zelo.

II - Um Exemplo do Antigo Testamento, o Profeta Elias

Vejamos as atitudes do profeta que foram condenadas por Deus:


(1) Se achar o único entre os da sua classe – Elias se achava o único profeta entre todo o povo de Deus (1Rs 18.22; 19.10 e 14). Talvez impressionado pela fama que alcançara por ser um homem zeloso (1Rs 18.17). Entretanto ele não sabia que Deus ainda contava com 7.000 homens dignos de serem chamados profetas (1Rs 19.18). Quando nos vemos com muitas virtudes cristãs, não conseguimos enxergar as virtudes do próximo. O profeta chegou a se avaliar tão bom que não queria se contaminar com os outros. Acredito que, como bom judeu, o profeta conhecia a história de Enoque (Gn 5.18-24). Possivelmente essa história o tenha inspirado. Desejou ser retirado dentre os seus irmãos (1Rs 19.4). Sei que ele teve o fim que desejou (2Rs 2.9-14), mas vemos que quando se deu o seu traslado, foi Deus quem o levou. Deus que o avaliou e achou digno de tomá-lo para si. Não foi um desejo próprio do profeta. Vemos nessa situação que o excesso de zelo não nos permite fazer uma avaliação real da nossa situação. Ele nos cega. Achamos-nos melhores que as outras pessoas que nos cercam.


(2) Não fazer análise da situação, fixar-se nos mesmos argumentos – Nas duas vezes que o mensageiro divino fala com Elias ele usa a mesma reposta (1Rs 19.10 e 14). Quase não mudam as palavras, apenas na última reposta é acrescentado o termo “extremo” para relembrar ao anjo o nível do seu zelo. Quando somos tomados por esse zelo perigoso, não conseguimos fazer leituras realistas de nossos problemas. Somos levados a ter as mesmas atitudes, mesmo sabendo que elas não trarão resultados. Somos inflexíveis.


(3) Por fim, o mau zelo nos faz entender que só existe uma forma de se achegar a Deus – Essa forma é a que estamos condicionados. Em 1Rs 19.11 e 12 Deus chama o profeta para uma experiência com Ele. Elias pensara que Deus iria se mostrar da forma a qual ele estava “viciado”. A Bíblia diz que “Deus não estava” nessas intempéries, antes, Deus estava no “quase silêncio”. Nada pior para o extremista que ter suas convicções contrariadas. A exclusão que o extremista faz do seu próximo é exatamente por ele não seguir suas regras de relacionamento com Deus.

CONFIRAM A 2ª PARTE DESSE TEMA: CLIQUE AQUI

Celson Coêlho
Diretor Estadual do DEBQ-PE
Editor do Blog


(reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionado o autor: Celson Coêlho e o blog: www.ebqrecife.blogspot.com)

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

PASTOR QUE ADULTERA COM BASE NA BÍBLIA

SE VOCÊ NÃO VIU, VEJA AQUI!
... E COMENTE!




VEJA TAMBÉM:
SE MINHA BÍBLIA FALASSE...

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Você Sabia...

...QUE A IGREJA é a instituição que os brasileiros mais confiam, segundo pesquisa do Instituto CNT/Sensus. Nada menos de 40% das pessoas entrevistadas colocaram-na no topo da lista que inclui as Forças Armadas (16,5% das menções), os meios de comunicações (12,7%) e a Justiça (11,3%). Na lanterna, aparece o congresso Nacional, no qual apenas 0,5% dos brasileiros admitem confiar.

Na mesma pesquisa, perguntou-se quais os valores que os entrevistados consideravam mais importantes de ser transmitidos aos filhos. Em primeiro lugar aparece a religião, com 25% das respostas.

(fonte: Extra Online, extraído da Revista Cristianismo Hoje, Ed. 4, ano I)

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O FUNDAMENTO DA TRANSFORMAÇÃO ESPIRITUAL (Subsídios Para Lições Bíblicas; Lição 1)

QUEM OU O QUE OCUPA O PRIMEIRO LUGAR EM NOSSA VIDA?

Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas. (Mt 6.33 NTLH)

No evangelho de Mateus, essa passagem está inserida no famoso Sermão da Montanha. Quando olhamos o relato paralelo em Lucas 12 vemos que a mensagem era direcionada aos discípulos de Jesus.
Em Lc 12.13, um homem da MULTIDÃO questiona a Cristo quanto à riqueza do seu irmão. Até o versículo 21 do mesmo capítulo o Mestre o orienta. Quando deparamos com o verso 22 temos a mudança de alvo do ensinamento. “... dirigiu-se Jesus a SEUS DISCÍPULOS, dizendo: Por isso eu vos ADVIRTO...” (Lc 12.22 RA) .

A pergunta que encabeça esse texto não é para as pessoas que não têm Cristo. Essa pergunta tem validade para aqueles que já aceitaram Jesus como seu Salvador.
Foi assim que Jesus tratou esse assunto com os discípulos em Lucas capítulo 12. Aproveitando o questionamento do “homem da multidão” (Lc 12.13), ele orienta seus seguidores com uma ADVERTÊNCIA (Lc 12.22).

Qual era o alvo da vida dos seguidores de Cristo?
Qual é nosso alvo na vida cristã?
Antes que os discípulos respondessem, ou que nós queiramos responder, Cristo já tinha a resposta: “... onde está o teu tesouro, aí estará também o vosso coração.” (Lc 12.34)

TESOURO (thesauros) significa o local onde eu coloco algo de valor (por exemplo, o porta jóias). Em Mt 13.52 a mesma palavra é traduzida como DEPÓSITO.
CORAÇÃO (kardia), na Bíblia normalmente transmite a idéia de “centro de toda a vida física e espiritual; o vigor e o sentido da vida física; o centro e lugar da vida espiritual” (CD ROM, Bíblia On-line, Versão 3.0). Em 1Co 7.37 o mesmo termo é traduzido como ÃNIMO.

Entendemos que o local onde colocamos aquilo que mais valorizamos, iremos usar toda nossa força (física, mental e espiritual) para chegar lá.

ONDE ESTÁ O ALVO DE NOSSAS VIDAS?
Jesus não queria que os discípulos deixassem de lado todas outras coisas boas da vida.
Temos que saber diferenciar entre ALVO PRINCIPAL E ALVOS SECUNDÁRIOS.

ALVOS SECUNDÁRIOS: ganhar vidas para Cristo, louvar, pregar, ter um bom emprego com bom salário, ter um casamento saudável, etc, etc.
ALVO PRIMÁRIO: ser igual a Cristo. É desejo de Deus que sejamos “CONFORME a imagem do seu Filho” Rm (8.29)

A palavra CONFORME nos lembra o “NÃO CONFORMEIS” de Rm 12.12. No capítulo 8.29 o termo grego é ‘summorphos’, significando unido com a forma de alguém.
Em Rm 12.2 temos a palavra ‘suschematizo’, significando moldar-se de acordo com alguém ou alguma coisa.
A Bíblia On-Line (CR ROM, versão 3.0) mostra a diferença dessas palavras sinônimas: o termo em Rm 8.29 “descreve a essência em caráter e, assim, completo ou durável, não meramente uma forma ou esboço”; Já a palavra em Rm 12.2 denota “formar algo semelhante a outro e descrever o que é transitório, mutável, e instável.”

QUAL NOSSO ALVO PRINCIPAL?
Se realmente nosso principal alvo é sermos semelhantes a Cristo, só conseguiremos alcançá-lo através da Bíblia.

CONHECER A NATUREZA DE DEUS (Através da Bíblia) .
CONHECER NOSSA NATUREZA.
CONFRONTÁ-LAS COMO EM UM ESPELHO.

PENSE na figura de uma halterofilista diante de um espelho...

Ele fica olhando os detalhes do seu corpo e tenta corrigir onde percebe que ainda não está conforme o desejado. Se ele percebe que a musculatura do peito ainda não está bem, dedica-se a ela. Se as pernas estão defasadas com relação ao corpo, ele vai exercitá-las.

Assim devemos agir com relação ao caráter de Deus revelado em sua Palavra.
Olhamos a Bíblia (o espelho) e vemos que não temos uma fidelidade parecida com a de Deus. Procuremos exercitá-la. Em outra parte, percebemos que não somos dados ao perdão como nosso Pai. Aproveitemos as oportunidades para perdoar.
Assim como o halterofilista consegue alcançar o alvo desejado no espelho de sua academia, nós também poderemos ter a imagem de Cristo se isso for nosso alvo principal e se buscramos alcançá-lo através da Palavra de Deus.

O que é mais importante:
TEORIA ou PRÁTICA,
DOUTRINA ou FÉ,
ORTODOXIA ou ORTOPRAXIA,
TEOLOGIA ou ESPIRITUALIDADE?

VOCABULÁRIO DA REVISTA:

DOUTRINA: clique AQUI
ENCARNAR: Humanizar-se, tomar carne humana (no mistério da Encarnação): E o Verbo encarnou (-se).
ORNAR (Tito 2.10): Guarnecer(-se) com ornatos; ornamentar(-se); Ser o ornato de; embelezar.
GLÓRIA: clique AQUI
REINO DE DEUS: clique AQUI ou AQUI ou AQUI

REFERÊNCIAS:

CD ROM, Bíblia On-line, Versão 3.0
CONCORDÂNCIA FIEL DO NOVO TESTAMENTO. São José dos Campos: Fiel, 1994. Vol. 1
LIMA, Josadak, TRANSFORMADOS PELA RENOVAÇÃO DO ENTENDIMENTO. SGEC, 2008. (Revista do DEBQ)

P.S.: ACOMPANHE NA PRÓXIMA SEMANA O SUBSÍDIO PARA A SEGUNDA LIÇÃO!

Celson Coêlho
Diretor Estadual do DEBQ-PE
Editor do Blog

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

ROMANOS, Questões Introdutórias (Subsídio para Lições Bíblicas)

I – A Cidade de Roma

Quatro cidades se destacavam na época do surgimento da Igreja: Roma, Atenas, Alexandria e Antioquia. Dentre elas, a capital do Império Romano tinha proeminência. Destacava-se nas áreas política, social, militar, comercial e religiosa.
As conquistas nas batalhas forneciam recursos para construção da cidade. Três pilares sustentavam a capital do Império: força militar, competência administrativa e rapidez nas comunicações. Seu território se caracterizava por muitas e boas estradas que a ligavam todas as partes do Império.

Devido a sua imensa riqueza e a suas estradas, muitas pessoas desejavam participar do seu modo de vida esbanjador. Estima-se que no início da era cristã sua população era em torno de um milhão e meio de pessoas, sendo mais da metade de escravos[1]. As pessoas que vinha dos mais remotos locais traziam consigo a influência cultural e religiosa.

Roma tinha como base a igualdade e a justiça. Seus exércitos protegiam as estradas. No primeiro século imperou a Pax Romana. Sob o controle de Roma, todo império gozou de uma paz quase que absoluta. A língua oficial era o latim, mas o idioma comumente falado em todo império era o grego.
O cristianismo inicial desfrutou dessas características facilitadoras para a propagação do Evangelho.[2]

II – A Igreja

Um dos questionamentos que perdura até nossos dias é quanto ao fundador da igreja estabelecida em Roma.

A igreja Católica defende que foi Pedro. Mas é pouco provável que tenha sido. Possivelmente também não foi o apostolo Paulo. Este não faz nenhuma menção nessa carta a Pedro ou ao seu ministério. Quando o autor elogia os cristãos dessa igreja (Rm 1.8) seria difícil não ter também aludido a influência de Pedro como fundador. Paulo também não cita alguma visita sua a essa cidade.

O início dessa igreja é mais provável com a fuga de cristãos que houve após a perseguição descrita em Atos 11.19. Como Paulo demonstra conhecer detalhes sobre esses cristãos, possivelmente eles sejam convertidos dele.

É comum aceitar entre os estudiosos que em sua maioria a igreja era formada de gentios. Comum também é o entendimento que Paulo escreveu essa carta quando estava em Corinto (Rm 16.1).[3]

Champlin destaca algumas características dessa igreja:
1 – Fé largamente proclamada (Rm 1.8);
2 – Obediência reconhecida (Rm 16.19);
3 – Maturidade (Rm 16.19).

III – A Mensagem de Romanos

O tema de Romanos é a JUSTIÇA DE DEUS. O versículo Rm 1.17 (“visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé”) é tido como central na epístola.

A Justiça de Deus permeia toda a mensagem:
A) De Rm 1.18 a 3.20 vemos que o homem precisa da Justiça de Deus;
B) De 3.21 a 5.21 temos a Justiça de Deus como a justificação do homem;
C) De 6.1 a 8.39 percebemos a ação da Justiça de Deus na vida do homem;
D) De 9.1 a 11.36 a Justiça de Deus está no relacionamento entre judeus e gentios;
E) De 12.1 a 15.13 vemos a como expressar a Justiça de Deus na vida cristã.

Para Franklin Ferreira justiça tem 4 significados diferentes em Romanos: 1. Fidelidade (Rm 3.3, 4); 2. Ira, significando aversão ao pecado (Rm 1.17, 18 e 2.5); 3. A morte de Cristo como manifestação da Justiça de Deus (Rm 3.24 e 25); e 4. Ligação da justiça e fé, a justiça é recebida pela fé somente.
A epístola de Romanos foi o fogo de Deus que incendiou a Reforma Protestante. Ela foi a base para toda ação dos reformadores. Romanos 1.17 desafiou Martinho Lutero a rever suas posições. Esta passagem “mudou toda sua vida e o curso da história”.

NOTAS:
[1] Talvez por essa razão que o apóstolo Paulo se identifica como “servo de Cristo” no primeiro versículo dessa epístola. A palavra servo (doulos, em grego) é também traduzida pelo termo escravo. Era um possível significado da época.
[2] Aqui vemos cumprir a Palavra de Deus que está em Gálatas 4.4 “vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho...” o Mundo daquela época estava pronto para receber o Evangelho: uma só língua, estradas de ótima qualidade, paz entre os povos.
[3] Cencréia era o porto oriental de Corinto. Febe é a portadora da carta de Paulo.


REFERÊNCIAS:
HALE, Broadus David. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO NOVO TESTAMENTO. Rio de Janeiro: JUERP, 1983;
CHAMPLIN, Russel Norman. ENCICLOPÉDIA DE BÍBLIA TEOLOGIA E FILOSOFIA. São Paulo: Candeia, 1997.
FERREIRA, Franklin. A EPÍSTOLA DE PAULO AOS ROMANOS. Em http://www.monergismo.com/textos/comentarios/Romanos_Parte1_Franklin.pdf acessado em 11/08/2008.

VEJA TAMBÉM:
ROMANOS (Pr. Isaltino Gomes)
ROMANOS (Pr. Franklin Ferreira)

Celson Coêlho
Diretor Estadual do DEBQ-PE
Editor do Blog

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

SUBSÍDIO PARA LIÇÕES BÍBLICAS

Conforme expliquei na postagem anterior, nossa Escola Bíblica começará a utilizar a revista Transformados pela Renovação do Entendimento agora no mês de agosto.
Utilizarei o BLOG para postar textos que auxiliem (acrescente) na lição da semana. Tentarei publicá-los logo no início da semana, as outras postagens continuarão normalmente, mas os textos com o título SUBSÍDIOS PARA LIÇÕES BÍBLICAS visarão contribuir com a lição daquela semana.
As postagens aqui no BLOG não terão a intenção de substituírem as lições da revista, antes, terão como alvo agregar informações que possam expandir o conteúdo das lições e abrir o diálogo com os professores.
POR ISSO, não apenas leiam, MAS TAMBÉM COMENTEM.

Um grande abraço!

Celson Coêlho
Diretor Estadual do DEBQ-PE
Editor do Blog

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

TRANSFORMADOS PELA RENOVAÇÃO DO ENTENDIMENTO

O Departamento de Educação Bíblica Quadrangular (DEBQ) da igreja sede em Recife inicia uma nova lição em agosto.
Nossa revista, com o tema: Transformados pela Renovação do Entendimento, é o material oficial da Secretaria Geral de Educação e Cultura (SGEC) da Igreja Quadrangular no Brasil. Esse também foi o tema da 7ª Semana de Educação e Cultura da SGEC realizada de 09 a 15 de outubro de 2007, está fundamento em Rm 12.1 e 2.
A Revista conta com 17 lições (aproximadamente 4 meses), visa trabalhar as questões da Vida Cristã. Conforme palavras do autor em sua introdução, que ela “sirva como instrumento de despertamento, desafio, encorajamento e edificação de nosso povo.” (pag. 1) As lições estão divididas em quatro blocos conforme a seguir:


O autor da revista é o pastor Josadak Lima, ministro do Evangelho na Igreja do Evangelho Quadrangular, faz parte da equipe pastoral da 1ª IEQ em Curitiba. Bacharel em Teologia. Especializado em Educação de adulto. Escritor de 4 Revistas para Escola Dominical: Tiago – O evangelho prático; 2) Há cristão feliz? – Estudos em Filipenses; 3) Jacó e Eu – Estudos sobre a vida de Jacó; 4) Rute – A alegria da vida com Deus apesar de...; Autor de vários livros de Discipulado de liderança. Mentor do C.D.V. (Centro de Despertamento Vocacional), uma das estratégias do projeto de crescimento da Igreja Quadrangular (PROJEQ), do Conselho Estadual do Paraná (C.E.D). Responsável pelo Pastoreio de Pastores da Igreja do Evangelho Quadrangular, no Estado do Paraná. Assessor do MAPI (Ministério de Apoio a Pastores e Igrejas) para a região Sul do Brasil. O MAPI é um dos ministérios da SEPAL (Serviço de Evangelização Para América Latina), que conta, na região Sul, com mais de 15 núcleos de pastores, de várias denominações. (http://www.mapi-sepal.org.br/defcoordjosadak.htm)

Com muita alegria recebemos essa nova revista. Acreditamos que será de muita valia para reavaliação de nossas vidas como discípulos de Jesus.
Parabenizamos a Pastora Mara Lau, Secretária Geral de Educação e Cultura da IEQ, juntamente com toda a equipe que possibilitou esse trabalho.
Meu desejo é que Deus transforme nossas vidas começando por nossas mentes!

Celson Coêlho
Diretor Estadual do DEBQ-PE
Editor do Blog