sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

DEBATE NO RATINHO: Silas Malafaia X Iara Bernades (autora da Lei da Homofobia)

SE VOCÊ NÃO ASSISTIU ESTE DEBATE AO VIVO NO SBT, ASSISTA AGORA

PARTE I




PARTE II




PARTE III


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

CURSO: No Berçário Também se Aprende


No berçário também se aprende! EAD - Ensino à distância, para pais, futuros pais, professores, berçaristas e todos aqueles que amam os bebês e querem servir comexcelência em nome de Jesus.


Professora Tutora
Claudia Guimarães é casada e tem 3 filhos. Pedagoga, professora, educadora especializada em educação infantil, pastora de crianças e evangelista formada pela Apec – Aliança pró evangelização de crianças.

Seu primeiro livro para professores, líderes e pais : “Pastoreando as crianças desta geração” editora Vida e o próximo lançamento em Maio de 2009, o livro:”Mulheres geradoras de vida: Ministério com crianças começa no ventre, também pela editora Vida.

Autora de livros infanto-juvenis, seu primeiro: Bruxinha Boa? Bruxinha Má? Editora Danprewan, e a série: Turminha especial” que será lançada em 2009 pela mesma editora.


UMA BOA OPÇÃO PARA PAIS, LÍDERES E PROFESSORAS DE CRIANÇAS

MAIS INFORMAÇÕES ACESSE:

http://claudiaguimaraes.blogspot.com/
http://claudiaguimaraes.com/
(ou clique na imagem acima)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

UMA QUESTÃO DE AUTORIDADE, anotações em Mateus 21

(Na manhã de segunda-feira, 15/02/10, em meu devocional, algo me chamou a atenção ao dar prosseguimento em minha leitura do evangelho de Mateus. Lendo Mt 21.23-27, percebi a freqüência do uso da palavra “autoridade” [4 vezes em 5 versículos]. Após finalizar minha leitura devocional, voltei ao texto e fiz algumas anotações. Compartilho as mesmas aqui com nossos leitores. O texto não está trabalhado de forma final. São apenas anotações.)

1) Necessidade de Confirmação (v 23)

“Com que autoridade? Quem te deu essa autoridade?”
A autoridade de alguém tem que ter uma origem. Pode ser concedida por um sistema, por herança. No caso da vida espiritual, dada por Deus.
Nessa passagem, os questionadores são aqueles que têm autoridade: “os principais sacerdotes e os anciãos.” O relato paralelo de Lucas ainda esclarece que os “fariseus” também faziam parte desta comissão (Lc 20.1).
O livro de Atos (At 19.13-16) revela o fato de judeus exorcistas tentarem usar a autoridade do Nome de Jesus para expulsar um demônio. Esses aproveitadores foram questionados pelo espírito maligno: “Conheço a Jesus e sei quem é Paulo, mas vós, quem sois?” (At 19.15)
A indagação era: Com que autoridade?

2 - Sendo eles os questionadores e detentores de autoridade, deveriam saber identificar quem tem autoridade (v 24, 25a)

Jesus os questiona sobre a autoridade do batismo de João Batista. Cristo queria provar que eles não sabiam reconhecer a autoridade de ninguém.
Nas palavras do Senhor também é expressa a questão da necessidade de se confirmar a autoridade. “... direi com que autoridade faço essas coisas”; “... de onde era [qual é a origem] do batismo de João [Batista].”

3 - A real autoridade espiritual tem origem em Deus (v 25b)

Os próprios questionadores sabiam, apesar de não reconhecerem, de onde se origina a real autoridade espiritual. A expressão “... dos céus” revela isso. Quando um dos seguidores de João Batista o questionou sobre a autoridade de Cristo (Jo 3.25 e 26), ele respondeu: “O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada.” (Jo 3.27)

4 - A Autoridade Precisa ser Reconhecida (v 26)

“... porque todos [o povo] consideram João [Batista] como profeta.” O evangelista Lucas expressa que o povo estava “CONVICTO” de ser João Batista um profeta (Lc 20.6).
Não adianta ter autoridade e ficar dentro de casa dizendo: - Eu tenho autoridade; - Eu tenho autoridade. Isso não adiantará nada. Também não terá valor em ficar em um escritório e talvez escrever compêndios que falem sobre a sua autoridade.
Ter autoridade precisa ter reconhecimento. Não se tem autoridade sobre coisas. Ela é desenvolvida com pessoas.

5 - Aprofundando a Questão com Duas Parábolas

As parábolas de Jesus nunca são histórias soltas ao vento, não apenas tem objetivo, mas também tem ligação com acontecimentos do contexto próximo.

5.1 - A primeira parábola (Mt 21.28–32) fala da posição de dois filhos diante da autoridade do pai.

“Qual dos dois fez a vontade do pai?” (v 25) Qual reconheceu a autoridade do pai? O que respondeu com palavras ou o que respondeu com atitudes? O que responde apenas com palavras simboliza os saduceus, anciãos e fariseus (os questionadores de Jesus). Reconhecem a autoridade só com as palavras. O que responde com atitudes simbolizam os publicanos e as meretrizes. Reconheceram a autoridade com atitudes. (v 31 e 32a)
Alguns termos usados estão ligados a atitude de quem reconhece de forma verdadeira a autoridade espiritual: CRER, ACREDITAR E ARREPENDER (v 32).

Ainda é digno de nota: (a) A autoridade de João Batista, alvo dessa primeira parábola, foi fundamentada no “caminho da justiça” (v 32). Lembremos que a função dele era preparar o caminho do Senhor. (Mt 3.3, Mc 1.2, Lc 3.4). (b) “... vós, porém, mesmo vendo isto, não vos arrependestes...” (v 32). O entendimento (reconhecimento) por parte deles apenas por meio de palavras não levaria a mudança de vida. Reconhecer uma autoridade é seguir o caminho por ela indicado (ensinado).

5.2 – “Atentai noutra parábola” (v 33).

A segunda ilustração fala sobre a não aceitação de Jesus como Filho: “A meu filho respeitarão” (v 37). A não aceitação da autoridade de Cristo (respeito denota aceitação da autoridade) também expressa a não aceitação da autoridade do Pai. “Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores?” (v 40).

Mais uma vez é lembrado que reconhecer a verdadeira autoridade espiritual expressa-se com atitudes: “... remetam os frutos nos seus devidos tempos” (v 41); “... produza os respectivos frutos” (v 43)
A conclusão de tudo se dá nos versos 45 e 46. Eles “entenderam” o ensino de Jesus, porém a atitude é de quem não aceitava sua autentica autoridade, pois tentavam prendê-lo.

Sei que a questão da autoridade é mais abrangente. Também reconheço que o aprofundamento desse próprio texto pode nos conceder mais luz sobre o assunto. Contudo quis compartilhar apenas algumas anotações.

Celson Coêlho
Diretor Estadual do DEBQ-PE
Editor do Blog

(Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o blog: www.ebqrecife.blogspot.com)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

PEDAGOGIA DE JESUS (Resenha do livro de J. M. Price)


*Por Celson Coêlho

Um antigo clássico da educação cristã sempre é bem vindo quando relançado. Pedagogia de Jesus, escrito originalmente em inglês em 1954 por John Milburn Price, foi relançado com uma nova roupagem, edição atualizada e revista em solo brasileiro em 2008.
Meu primeiro contato com este texto deu-se no 2° ano da Faculdade de Teologia (ano de 2002), quando estudava a disciplina Educação Cristã. Naquela oportunidade apenas em bibliotecas ou raros “sebos” poderíamos encontrar o livro que se tornou texto de referência ao se falar de educação na igreja.

Price discorre em 9 capítulos sobre a maneira clara, concisa e eficiente do ensino de Cristo. Em Jesus o ensino se fundamentava primeiramente no que ele era, depois no que ele falava. Por isso no 1° capítulo é tratada a IDONEIDADE DE JESUS PARA ENSINAR. Depois o autor destaca as CARACTERÍSTICAS dos seus alunos, os DISCÍPULOS. Eles não eram cristãos prefeitos, gozavam de tantas limitações como os alunos de nossas escolas bíblicas hodiernas. OS OBJETIVOS DO ENSINO DE JESUS fazem parte do 3° capítulo. O Mestre “nunca ensinava somente pelo fato de ser chamado a ensinar. Ele sempre tinha um propósito e fins definidos a atingir” (pg 45).

Na quarta parte do livro temos OS PRINCÍPIOS da obra de ensino do Salvador. Apesar da espontaneidade ao ensinar, Jesus sempre se baseava em princípios que valorizavam as pessoas e seus ambientes de convívio. SEU MATERIAL DE ENSINO encontra-se analisado no 5° capítulo. Dentro das fontes que ele usava, destaque-se o apego a Palavra de Deus como um todo, não apenas em algumas partes, como é costume em nossa época. A estrutura das lições de Cristo é mostrada no 6° capítulo (SUA MANEIRA DE ENSINAR). Aqui, habilmente, o escritor detalha o início, o desenvolvimento e a conclusão da aula dada pelo Mestre à mulher samaritana (João 4).

Na sequência, temos dois capítulos (7 e 8) trabalhados com os MÉTODOS USADOS POR JESUS. Estes métodos “brotavam da ocasião e da necessidade” (pg 111) encontradas ao lidar com seus ouvintes. Seu uso foi diversificado. Cristo não estava escravizado a um determinado método. Na última parte do texto temos OS RESULTADOS DO ENSINO de Cristo. Price destaca os frutos alcançados pelo trabalho docente do nosso Senhor e deixa evidente que também poderemos lograr êxito proporcional se dermos o real valor ao ensino.

Somando-se ao texto propriamente dito temos o índice remissivo e as referências bibliográficas. Num total de 157 páginas, encontramos uma boa diagramação agora incrementada por tabelas que auxiliam na compreensão dos dados (elaboradas pela revisora). As editoras Bom Pastor e SABRE são responsáveis pelo relançamento.

Pedagogia de Jesus que, conforme prefácio, teve como alvo primeiro do autor os líderes que trabalham com a Escola Bíblica, ainda é atualíssimo em termos de educação bíblica. Também é de muita valia para pastores, professores de teologia e todos aqueles que vêem a educação como mola propulsora de uma verdadeira libertação.

Celson Coêlho
Diretor DEBQ-PE
Editor do Blog

domingo, 7 de fevereiro de 2010

CAMPINAS (SP) ABRE EM MARÇO A PRIMEIRA ESCOLA GAY DO BRASIL

A cidade de Campinas, no interior paulista, terá a PRIMEIRA ESCOLA PARA JOVENS GAYS DO BRASIL. Com RECURSOS DO MINISTÉRIO DA CULTURA E DO GOVERNO ESTADUAL, a ONG E-Jovem vai abrir a escola em março, com cursos gratuitos de dança, canto, TV-Web e produção de fanzines. Dezenas de adolescentes homossexuais e heterossexuais já fizeram as inscrições para as aulas, que terão 20 alunos por turma. Na grade curricular do ano que vem, já está previsto um CURSO PARA FORMAÇÃO DE DRAG QUEENS.
“A Parada (Gay) mostrou que os homossexuais existem. Agora, queremos mostrar que eles falam e têm o que dizer”, afirma o professor universitário e militante gay Deco Ribeiro, 38 anos, um dos idealizadores do projeto.

A escola não vai oferecer o ensino regular, mas CURSOS QUE PROMOVAM A CULTURA HOMOSSEXUAL e fomentem a formação de meios de divulgação, como os fanzines e a TV por internet. O projeto tem FINANCIAMENTO PÚBLICO DE R$ 180 MIL, a serem gastos em três anos. A proposta de criação da escola foi uma das 300 contempladas no programa do governo para a formação de pontos de cultura.
“O importante é valorizar a identidade desses jovens, que precisam de um espaço de cultura e de meios para se expressar. Há muito preconceito, e uma forma de combater isso é valorizando a cultura LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros)”, afirma. A escola está aberta também a heterossexuais. Os cursos são gratuitos, e voluntários já se inscreveram como professores não remunerados.
Caso do estudante Cristiano Henrique da Silva, 18, que ensinará canto. “Tenho sete anos de conservatório musical, participei do coro da Igreja, e quero dar as aulas”, conta. O jovem é irmão de Leandro Henrique Ochialini, 19, bailarino e futuro aluno de dança da escola. Criados em famílias diferentes, os dois agora moram com a mãe, em Campinas, e há apenas dois anos revelaram um ao outro sua orientação sexual. “Vivíamos disputando a atenção da nossa mãe, brigávamos. Agora, que um sabe do outro, somos melhores amigos”, diz Leandro.

A escola terá aulas para quem quiser ser drag queen dadas por Chesller Moreira, 27, dirigente da ONG e que também é a drag Loren Beauty. “Me tornei a Loren por causa da militância. Nos eventos, começavam a pedir a Loren porque ela fala muito melhor com os adolescentes. E foi ficando. É a minha outra identidade”, explica. O jovem, formado em costura e estilismo, lembra que, na adolescência, quando a mãe descobriu que era gay, ela perguntou: “Você não vai se vestir de mulher, não, né?” “Todos precisam de um tempo para entender. Agora, é minha mãe que me dá as perucas”, brinca.
A pesquisadora Miriam Abramovay, da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), especialista em educação, questões de gênero e violência escolar, aprovou a ideia da escola gay. “É importante que as pessoas que sofrem mais preconceito tenham seus próprios espaços. Não se trata de uma escola formal, mas de um centro de convivência, formação e diálogo”, analisou.
(Fonte: JC Online, destaque meu)

APROFUNDE-SE NO ASSUNTO:


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

DOS PEQUENINOS É O REINO DE DEUS

A Igreja do Evangelho Quadrangular Sede em Pernambuco desfrutou de um dia todo especial no último sábado de Janeiro. Das 08:30h às 17:30h foi realizado o Treinamento para Professores e Líderes de Crianças. Ministrada pela APEC Recife, a capacitação foi coordenada pelo DEBQ Estadual e teve apoio da Coordenadoria Estadual de Crianças.

Tendo agendado o dia 30 de janeiro com a APEC Recife, divulgamos o Treinamento aos nossos pastores e igrejas. Tendo o apoio e orientação do Supervisor Estadual da IEQ Pernambuco, Pr. Sérgio Santos, lançamos mão dos diretores das nossas EBQ´s para divulgação nas igrejas locais.

Com a participação de professores e líderes de 25 IEQ´s, tivemos a presença de 86 inscritos. O Diretor Estadual do DEBQ, Celson Coêlho, deu início as atividades as 8:30h. Depois das devidas considerações e sem delongas a palavra foi passada à equipe da APEC, composta do Pr. Vilmar e irmãs Glória, Erika e Ana Lídia.

Dentre as oito palestras ministradas destacamos: O Professor Evangelista de Crianças; A Arte de Contar Histórias; Ajudando a Criança a Entender a Mensagem da Salvação e Quem Controla a Sala. Após um almoço abençoado, retomamos às 14:00h. No período da tarde o grupo foi dividido em 3 oficinas: duas por faixa etária, crianças até 5 anos e crianças com mais de 5 anos e cânticos para crianças.

Visando aprimorar e motivar os obreiros do ministério infantil, o Treinamento foi bastante proveitoso para os que estiveram presentes. Tendo participação ativa nas interações com os ministradores, os inscritos não “arredaram o pé” nem por um instante.

Norteado pela orientação de Jesus: “Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus” (Lc 18.16), o DEBQ Estadual concebeu este treinamento para conceder nova visão e despertamento para o ministério infantil.

O desafio proposto é que cada Professor ou Líder possa rever e colocar em prática as ferramentas concebidas no treinamento.

Tendo um cronograma de CAPACITAÇÃO para todos envolvidos com o DEBQ em nossas igrejas, o próximo público alvo são os Diretores das EBQ´s. Após o período carnavalesco, teremos momentos especiais para esses homens e mulheres de Deus que cooperam na educação bíblica em nossas IEQ´s.

VEJAM TODAS AS FOTOS EM NOSSO ORKUT (CLIQUE AQUI)

Celson Coêlho
Diretor DEBQ-Pe
Editor do Blog