segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

ENTRE ASPAS #1



Li e gostei. Refleti e compartilho para reflexão.
O contexto do livro é do relacionamento conjugal. Contudo, o princípio também aplica-se aos relacionamentos de forma geral:

“Um capacho é um objeto inanimado. Você pode limpar os pés nele, chutá-lo, colocá-lo de lado ou fazer qualquer outra coisa que deseje. Ele não tem vontade própria. Pode servir a seu dono, mas não amá-lo. (...) Ninguém deve ser capacho. Podemos ser usados, mas somos criaturas com emoções, pensamentos e desejos; temos a capacidade de tomar decisões e agir. Usar ou manipular outras pessoas não é um ato de amor, mas uma traição. Ao manipular, você induz a pessoa a desenvolver atos desumanos.” (Gary Chapman – As Cinco Linguagens do Amor, pg 121 e 122; Sublinhado meu)

Celson Coêlho
Editor do Blog

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Celson Coêlho