sábado, 11 de julho de 2015

AO LIMITE, MAS NEM SEMPRE!

Por Celson Coêlho

Aprendi na minha prática “informal” de corrida que nem sempre devemos buscar o limite da atividade.

Vencer os limites é bom, seja de tempo, distância ou velocidade. É a motivação do desafio. É o algo a mais que nos faz querer continuar.

Contudo, não podemos trabalhar no limite rotineiramente. O corpo, como qualquer máquina, não suporta.

Com isso, são necessárias as atividades de manutenção. Elas servem para dar continuidade. Não ficar muito tempo parado. Na corrida, também são úteis para correção de passada, postura, respiração, etc. É um treinamento.

Uma verdadeira preparação para os momentos que serão exigidos vencer os limites.

Esse cuidado também nos serve como alerta para outras áreas da vida. Seja trabalho, estudo, atividade religiosa, etc.

Deseje vencer seus limites, mas busque preparação para isso!

Superar limites sem preparação adequada, na maioria das vezes, leva a frustração.

Que ótimo quando um tímido vence a barreira de falar em público. Quando o estudante supera as avaliações de um vestibular. Quando um trabalhador ultrapassa marcas profissionais.

Vença seus limites!

Mas cuide-se. Prepare-se para isso. Não deixe que a possibilidade de superação em uma etapa comprometa uma jornada de desenvolvimento e vitórias.

(Observação: minha prática de corrida é informal, porém sob orientação médica e balizada por algumas leituras e troca de informações com mais experientes no assunto.)


Celson Coêlho

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